Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

Resenha "Amor e Ordem: o despertar" - Daniele Fleur

Sinopse: John Peter é um alemão que vive em São Paulo. Com os ensinamentos deturpados de seu avô Hans, que foi General da SS de Hitler, John se tornou líder de um grupo de skinheads neonazistas, tornando-se agressivo e cego pelas suas próprias doutrinas. Ao qual sai com seu grupo, espalhando violência pela cidade, pregando ódio e machucando a todos que atravessam o seu caminho; entretanto, tudo isso muda quando ele conhece Celenna, uma garota negra, e se apaixona por ela perdidamente. John tenta negar este amor a si mesmo a todo tempo, mas também começa a questionar coisas, vindo a pensar de um jeito diferente. Entretanto seus amigos começam a notar mudanças em seu comportamento e Celenna tem que enfrentar as dificuldades e adversidades que imperam entre a razão e o coração, vindo a sentir a discriminação por sua cor de pele. Entre esse amor há muitas barreiras. Mas o amor será capaz de uni-los, levando-os a lutar contra o preconceito, incluindo os deles próprios? Se tem uma disciplina na escola que sempre valeu muito a pena estudar é História. Sempre gostei de saber o que aconteceu, como aconteceu, quais eram costumes, sentimentos, ideias e como o mundo se formou através dessas vivências das pessoas. Tenho certeza, inclusive, que foi esse meu prazer por estudar essa matéria escolar que contribuiu tanto para que eu amasse livros. Por isso, sempre gostei de livros que envolvessem alguma temática que colocasse momentos marcantes da História do Mundo e esse coloca não só um momento marcante, mas um dos principais, a meu ver. Eu falei que adoro Nazismo e duas amigas riram dizendo que a frase ficou estranha. E ficou mesmo. Não sou uma pessoa que é contra Judeus, Negros, Homossexuais ou qualquer outra "minoria" e muito menos sigo qualquer "princípio" nazista, pelo ao contrário. Adoro a matéria Nazismo porque mostra como o Ser Humano pode ser influenciado, enganado (ou melhor se deixar enganar), egoísta, perturbador e ganancioso. Pior, como as pessoas no mundo são ligadas ao valor do Poder desde sempre. Só que um dia a "ficha cai" e muitas dessas pessoas passam a perceber o mal que as cercam, sejam por conta delas mesmas ou através de pessoas que conseguem enxergá-lo. E, em resumo, de alguma maneira, foi isso que aconteceu com o Nazismo. Na prática menos romantizado, é claro, afinal, ainda temos os neonazistas tomando conta do mundo atual. E é exatamente aí que a nossa história começa. John Peter é um desses neonazistas. Um skinheads sem coração, que dá fim a suas vítimas sem dó nem piedade. O que ele não contava é que Celenna, uma negra, entraria no seu caminho e tudo aquilo que ele acreditava lá no mais fundo da sua alma e consciência se desfaz ao se sentir completamente atraído de uma forma inexplicável pela aquela garota que ele deveria odiar. Num ato que nem mesmo ele achou ser capaz de cometer, ela o percebe e se apaixona. Daí por diante o livro é uma verdadeira delícia, pois os dois entram em conflitos internos, se enlouquecendo e deixando todos ao seu redor de cabelo em pé. John não quer deixar de lado tudo que sempre aprendeu e pregou na vida, mas como simplesmente esquecer Celenna? Ela, por sua vez, não quer gostar dele, mas como ir contra tudo que sente e deixar de lutar? Não dá! Eles não conseguem e nós não queremos que eles consigam. Tem horas que até queremos odiar John Peter e "dá na cara" da Celenna por acreditar nesse sentimento por ele, mas passa logo, pois a gente quer mesmo é que eles ultrapassem a barreira do preconceito e da falta de educação. É um livro de luta interna, luta com o mundo, segredos, arrependimentos, romance, amizade e muitas informações. A primeira é como ainda lidamos com a intolerância através de grupos que propagam a raiva e o desamor. A segunda é como há grupos skinheads que fazem atrocidades e o poder público não combate, trazendo medo para muitas pessoas. Já a terceira informação ocorre em como o racismo, apesar de tudo, ainda é tratado como se fosse algo normal. No nosso país isso é crime e mesmo assim há que trate como algo normal. Por último, que apesar dos tempos, ainda lidamos com a força do poder, a força errada, claro. Só por poder falar disso tudo, já é uma leitura que deve ser feita. Ponto positivo: saber um pouco mais da cultura alemã através dos costumes e a língua. O que torna o livro muito mais próximo do seu propósito. E o uso rico dos personagens secundários para o desenrolar da trama. Ponto Negativo: ficar algumas informações pendentes, sem sabermos o que aconteceu realmente. Mas já soube que é uma trilogia e por isso ainda não sabemos de certas informações ainda. Só coloquei como ponto negativo porque já estou muito curiosa para a continuação da história. A autora foi má comigo em me deixar assim tão eufórica com o livro e eu não ter um final! Que venham os outros dois livros, mais emoção, mais John Peter e Celenna, mais de superação e mais do sentimento que deveria mover o mundo: o amor.

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2015

Clube do Livro Saraiva RJ

Não é muita novidade que eu gosto de livros e de tudo que os envolve: bienal, tarde de autógrafos, palestras, sarau, encontro de amigos literários, debates, enfim, tudo que de alguma forma me faça ficar mais perto da minha maior paixão. Também não é novidade – para quem me conhece melhor – que os meus preferidos (já um tempinho) são da linha "New Adult". Por conta disso, sábado passado fui à Saraiva do Shopping Rio Sul para participar do Clube do Livro, onde o tema era justamente este.

 

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Já tinha ouvido falar do Clube do Livro Saraiva porque alguns conhecidos já tinham ido e feito propaganda nas suas redes sociais. Já tive também a curiosidade de saber como era, mas por muitos motivos (normalmente profissionais) nunca tive a oportunidade de ir, até sábado passado. 

 

Como o tema era livros "New Adult" e entre eles estava os meus preferidos (Série Belo Desastre e Maddox Brothers) não iria perder a chance de estar perto de outros fãs dos Maddox (futuramente juro que irei escrever sobre todos eles para vocês) e ver o que falariam deles também. E foi uma experiência muito gostosa, que é exatamente o que contarei para vocês agora, mas primeiro falarei um pouquinho a história do Clube do Livro Saraiva.

 

O Clube do Livro Saraiva acontece todo mês e foi criado e é apresentado pela jornalista Frini Georgakopoulos e a própria explicou como é o Clube: "ele é realizado na Livraria Saraiva do Shopping Rio Sul, no Rio de Janeiro e acontece há cinco anos (fará seis em julho próximo). O Clube aborda diversos livros da literatura mundial. O objetivo é buscar desenvolver o pensamento crítico em seus participantes e desmitificar alguns “pré-conceitos” literários. Não é apenas para falar sobre livros, mas para entender as entrelinhas, para se divertir, fazer novas amizades e descobrir (e aprimorar) o próprio gosto literário. A cada edição, é abordado um tema e diversos livros dentro deste tema. Nada é comentado sem antes ter sido lido e tudo que é lido será criticado por mim e pelos leitores do Clube – de forma construtiva, claro. Ao final do evento, são sorteados alguns exemplares dos livros para os leitores presentes. A entrada é franca". 

 

A jornalista também explicou que o Clube do Livro de sábado foi um pouco diferente, pois foi fechado somente com o Grupo Editorial Record para falar dos livros New Adult publicados por esta editora. Sendo assim, o Clube de abril contou com a participação da Tita Mirra. Normalmente, os temas são diferentes a cada mês, onde falam de livros de diversas editoras e não somente de uma. 

 

Bom, apresentado a vocês como tudo começou e aconteceu, é a minha hora de contar como foi a minha tarde de sábado e o que achei da dinâmica de como ocorreu esse Clube.

 

Fui muito sem ter grande noção do que aconteceria e nem como seria abordado o tema. O mais importante a ser dito aqui é que ocorre de maneira muito natural e descontraída. É claro que tem um roteiro, mas as pessoas podem opinar dos livros, falar o que pensa dos personagens, gritar quando aparece um livro que gostaram muito, fazer perguntas e conhecer novas pessoas com os mesmos interesses, pois ali na hora você acaba puxando assunto com quem nunca viu na vida.

 

Além disso, foram apresentados para nós quais são os próximos livros que serão publicados pelo Grupo Record e suas editoras, fazendo com que não só fiquemos sabendo das novidades como também já nos deixa preparados para os próximos livros que queremos e iremos ler.

 

As mediadoras do Clube este mês – Frini Georgakopoulos do cheiro de livro e Tita Mirra  do  rock'n romance – foram divertidas, interagiram o tempo todo com as pessoas, simpáticas e muito abertas a opiniões. Aliás, nada passa por elas. Se perceberem um comentário lá no fundão, elas repetem para todos de forma a fazer com que todos estejam conectados. Sem contar que demonstram mesmo muito prazer e entusiasmo por livros e pelo Clube, o que faz delas alguém bem próximas de nós que estamos participando. Sem contar que ainda teve vídeos, áudios e mensagens das autoras dos livros participantes, que fazem a gente ficar derretidos. 

 

Outro ponto muito importante do Clube do Livro Saraiva foi a oportunidade de conversarmos com uma Tradutora do Grupo Record, Cláudia Mello Belhassof, que nos contou como é o processo de tradução, suas dificuldades e alegrias. Para quem tem os livros prontos na mão não tem ideia de como o processo para que isso ocorresse não foi simples. Ter a oportunidade de conversar com alguém que faz parte disso é uma experiência muito necessária. Eu dei mais valor ainda para os meus livros depois de ouvir a Cláudia falar. 

 

O que não posso deixar de mencionar é como achei bastante interessante o fato do Clube ter já seu público certo. Para um país como o nosso que é conhecido pelo fato das pessoas lerem muito pouco, é maravilhoso ver que muitas pessoas disponibilizam tempo para ler e participar de eventos como este que falam de livros. E pelo o que percebi do encontro as pessoas leem muito e estão muito ligadas nas novidades do mundo editorial. Isso mostra que não somos ainda um país de leitores, mas podemos chegar lá. Estamos no caminho certo.

 

O Clube do Livro Saraiva é algo que quem tem a chance precisa participar. Fui sem esperar muito e já estou aqui me programando para o próximo, que será mês que vem. Quem estiver no Rio ou for do Rio não percam essa oportunidade de diversão e conhecimento. Quero companhia certa para o próximo. Alguém se habilita?

 

 

Links para vocês acompanharem o Clube do Livro Saraiva:

Evento de maio - https://www.facebook.com/events/102486936750164/ 

Página do Clube - https://www.facebook.com/ClubeDoLivroSaraivaRj 



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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

Entrevista com Taísa Luciano

1) Quando foi que seu gosto por histórias surgiu (como leitora e como escritora)?
 Comecei a me interessar por livros muito nova! Minha primeira escola e minha família me incentivavam a ler muito! Escrever também sempre fez parte da minha vida, desde redações escolares, até  romances, quando cresci um pouquinho hahaha

2) Houve algum momento que se deu conta que os livros seriam o seu futuro ou foi algo natural?
Foi muito natural. Quando lancei Florita, achei que só minha família e meus amigos leriam! Mas a coisa foi se espalhando tanto pela internet, como nas Bienais das quais participei, e hoje gente de todo o país vem dizer que leu minha história! Espero que continue assim no futuro também!

3) Você escreveu o  livro "Florita: uma vida, um amor" muito nova. Com certeza muitas pessoas estranharam o fato de tão nova gostar de criar histórias e ter a vontade de passar isso para o papel. Nos conta qual foi sua inspiração e como foi o processo de escrever e publicar o livro.
Pois é, as pessoas estranham mesmo! Quando conto sobre o livro, a maioria me pergunta se é se poesia e quando digo que é romance, todo mundo se espanta hahaha Então, quando eu tinha 13 anos, a escola pediu para que escrevêssemos 7 páginas do diário de uma personagem inventada por nós. Criei Florita e seus amigos e decidi que continuaria a contar sua história, independentemente do trabalho de escola. Aí tudo surgiu e virou um livro completo!

4) Você está lançando um novo livro "Era uma vez um romance carioca". Qual a diferença que ocorreu para você do primeiro para o segundo livro? O que você destaca de positivo?
Acho que tive um amadurecimento emocional. Me dediquei mais com a escrita, na construção dos fatos, procurando a melhor forma de criar uma narrativa leve, gostosa e bem estruturada. Espero ter conseguido! Hahaha

5) Ao ler "Florita" percebi que é uma paulista apaixonada pelo Rio. Pelo nome do novo romance ("Era uma vez um romance carioca") dá para chegar a conclusão que não estou tão errada assim. De onde vem esse amor pelo Rio? Por que escolhe-lo para escrever seu livro?
Você está certa, amo o Rio, e não tenho explicação para esse amor todo! Nasceu comigo e me faz sentir parte de lá, da sua cultura rica, e do modo leve de carioca viver a vida. Nessa segunda obra, fui ao Rio pesquisar lugares e fatos da primeira década do século passado, para poder deixar o livro bem embasado na realidade, e espero que ele seja bem aceito, afinal foi concebido com muito amor por essa cidade tão maravilhosa!

6) Espera ser uma escritora a vida toda e viver disso ou os livros serão como um hobby?
Espero continuar como escritora e também trabalhar como atriz, afinal é a faculdade que estou cursando!

7) Quando está escrevendo, se preocupa com o que os outros vão pensar dos seus romances ou escreve pensando em fazer, principalmente, feliz a si mesma?
Olha, escrevo pra me salvar! Posso colocar no papel o que quiser, para qualquer um ler, e acredito que essa seja uma das maiores liberdades que existem. Isso me faz bem, me deixa feliz e realizada! Mas não é por isso que deixo de me preocupar com o que os outros vão pensar. Meu único desejo é agradar e tocar as pessoas com minhas histórias!

8) Se pudesse escolher uma palavra ou expressão para descrever o que os livros são para você qual seria?
Meus bebês!

9) Quais são os próximos planos literários? 
Estou escrevendo meu terceiro livro, um romance policial e já tenho planos para próximas obras!

10) Deixe um recado para os leitores do blog.
Amei dar a entrevista, amo esse blog fofo, e aos leitores do Palavras ao Vento: leiam bastante, e se possível, conheçam Florita e Era Uma Vez Um Romance Carioca, acredito que vão gostar muito! Obrigada!!!

Taísa

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Sábado, 18 de Abril de 2015

Resenha "Profundamente Sua" - Sylvia Day

Sinopse: Ele era minha droga, um vício que eu não tinha a menor vontade de largar. Gideon Cross era tão bonito e notável por fora quanto atormentado e problemático por dentro. Ele era uma chama ardente e viva que me consumia no prazer obscuro de uma paixão enlouquecida. Eu não conseguia me afastar dele. E não queria. Ele era meu vício? Meu desejo? Ele era meu.Tínhamos passados complicados. Nunca daríamos certo juntos. Era difícil demais, doloroso demais... Mas às vezes parecia perfeito. Os momentos em que nos deixávamos levar por nosso desejo desesperado eram maravilhosos. Acabaríamos escravos da necessidade, e nossa paixão nos levaria além dos limites da mais doce e perigosa obsessão...

 

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Depois que se ler "Toda Sua" fica impossível não querer saber a continuação da história. A autora escreve tão bem que deixa um quê de curiosidade, angustia, necessidade de saber como Gideon e Eva conseguirão levar a diante essa história conturbada, mas necessária, pois em pouco tempo é possível ver que tem muito tesão e tensão entre os dois, mas muito amor também. 


É exatamente o livro o quanto perigosa é essa paixão, que mexe com muita inveja, muitos ex-amores e, principalmente, cada vez mais com seus passados. É, por enquanto, o livro mais intenso da Série e os principais acontecimentos e torcidas acontecem justamente aqui. Também é o livro que começa a ficar claro como Gideon quer salvar Eva de seu passado e Eva, por sua vez, salvar Gideon do seu, mas ambos não percebem que precisam se salvar primeiro de seus passados por si só e não se esquecendo de si pelo outro.
Nesse livro é quando passamos a ver um Cross menos mandão no que diz respeito à Eva e mais sensível para o relacionamento, sendo capaz das loucuras mais inimagináveis pela felicidade de sua amada. Também é nessa parte da história que Eva resolve encarar todos aqueles que fazem/ fizeram mal ao Gideon para que seu amor se livre do passado e da culpa.


Entre muita diversão, tensão, expectativa e vários acontecimentos que podem mudar a história, inclusive os mais picantes que marcam a leitura como Hot, os protagonistas podem não sobreviver a tanta coisa negativa que os cerca, e a necessidade de terem o seu espaço no meio de toda a situação que vivem só pode piorar tudo. Melhor livro da Série Crossfire, porque apresenta com muita lucidez toda a problemática que terá que ser resolvida daqui por diante. 

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Terça-feira, 14 de Abril de 2015

Dica - A Culpa é das Estrelas (livro e filme)

Sinopse do livro: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

 

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Sinopse do filme: Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.

 

A fase adolescente não é fácil. Há quem diga que é de muitas transformações, firmação, conhecimento, autoconhecimento, frustrações e "aborrecência". Mas, eu, vejo também como uma fase de emoções. Descobrimos o amor (ou o que achamos ser) pelo outro, pela vida, por uma profissão, por escolhas, por amigos, o sexo e suas conseqüências e como a vida pode ser prazerosa ou sofrível. Com certeza é uma fase de buscas e incertezas, que nos prepara para encontrar o nosso equilíbrio na fase adulta. E estamos numa época onde muitos dizem que temos valores distorcidos e que os jovens precisam aprender mais sobre o mundo.


Bom, na minha opinião, uma forma muito bonita de aprender mais do mundo é dando a esse adolescente a oportunidade de ler/ver uma história tão bonita e cativante como essa. "A Culpa é das Estrelas" parece uma história boba de amor, que só é triste porque tem dois jovens doentes. Não, não é isso. É uma história simples, mas com grandes ensinamentos. Ensinamentos estes que podem muito bem suprir essa falta de valores que já não tem no mundo.


Um livro/filme que fala de companheirismo, sonhos, amizade, lealdade, dignidade, saúde e doença, família, amor e oportunidade não pode ser taxado só com uma história triste. É uma história linda, que nos ensina, nos acompanha no coração, nos mostra verdades de uma maneira chocante, mas divertida também (tem muitas horas em que rimos com vontade) e de forma simples e direta.


Hanzel e Gus só queriam viver plenamente um amor, mas acabaram conquistando multidões. Que essas tantas mensagens que o livro/filme passa possa também trazer coisas boas para esses tantos jovens que "se derreteram" por esse amor verdadeiro.


A minha dica de hoje é ler e ver o filme. Emociona. Conquista. Faz refletir sobre o mundo e os valores desse mundo e de suas pessoas. "A Culpa é das Estrelas" é uma história rara, por isso mesmo valiosa.

 

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

Resenha "No Mundo da Luna" - Carina Rissi

Sinopse: A vida de Luna está de cabeça para baixo. O namorado está de caso com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina mecânica que com ela e seu emprego é uma droga. Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas financeiros e o quadro de funcionários acaba sendo reduzido. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo de Luna. Embora não acredite em misticismo, forças ocultas, magia, e não tenha a menor ideia de como criar um mapa astral, ansiosa em dar o primeiro passo para se tornar a jornalista que sempre sonhou, ela aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser? Luna não desconfia das confusões que o futuro lhe reserva. Dentre elas, uma arrebatadora e irresistível paixão que mudará sua vida para sempre. A história de amor perfeita... Se não fosse com o homem errado.

 

Degustação:

"– Ei! – reclamei depois de tomar um gole do que deveria ser vodca. – Quem foi que colocou tequila no meu copo?

– Ué! Foi ele. – e apontou para um dos caras atrás do balcão. 

– Qual deles? – forcei os olhos.

– Eu zei lá. Eu tinha zerteza que tinha um zó aqui, mas vai zaber.

– Têm uns zinco.– eu estreitei os olhos tentando focar um dos rapazes atrás do balcão, mas eles não paravam quietos para que eu pudesse mirar em um só. Eu me virei para Dante. – Eles num param de ze mejer.

– Puzza que pariu! – ele fez uma cara engraçada. – Zeus olhos zão verdes que nem azeitona!

– Zão. Os dois. – concordei orgulhosa.

Ele riu.

– Zão lindos. Os dois. Cê é engrazzada. – Ele ajeitou os óculos de novo. Ficaram ainda mais tortos.

– É porque cê tá bêbado.

Ele assentiu.

– Tô. Eu gosto de você quando cê tá bêbeda.

– Eu também gosto de você quando eu tô bêbada."

 

Quando eu acho que a Carina Rissi não pode mais me surpreender, bem, ela super surpreende. Meu medo é que chegasse um momento onde tudo me parecesse igual ou sem mais tanta graça. Mas ela, definitivamente, é mágica. Mágica na criatividade, ideias, escrita, talento e na forma única de nos prender em seus livros, nos fazendo ficar vidrados e cheios de expectativa. Eu tento, juro que tento, mas não sei mais se na Língua Portuguesa existe adjetivos positivos suficientes para elogiar a autora e sua obra. Mesmo assim continuarei tentando, pois eles merecem, e por isso vim falar tudo que senti com "No mundo da Luna".

Luna busca seus sonhos com muita perseverança e fazendo até o que não gosta para conseguir mostrar profissionalismo e agarrar a chance quando aparecer. Ela aparece, ainda não é a chaaaaaance, mas mesmo assim não se pode perder o que se ganha como oportunidade. E a partir daí que tudo acontece: romance, informação, magia, diversão, risadas, gargalhadas e um casal que se torna um verdadeiro vício para os leitores, pois nos apaixonamos por eles e não queremos parar de torcer.

Quando achamos que o auge da criatividade de Rissi é ir para o século XIX, ela vem com o mundo cigano – pouco conhecido e muitas vezes sofre grandes preconceitos – de uma maneira leve, engraçada e mesmo assim esclarecedor. Faz a gente querer ir numa festa cigana e dançar com suas roupas pomposas. Como faz também a gente entender o mundo do jornalismo e todas as suas dificuldades e glórias. Faz também a gente querer ter uma vó Cecília (o que me emocionou muito, pois é o nome da minha bisavó, muito marcante na minha vida) e até um irmão como Raul.

O que amei muito nesse livro foi que todos os personagens te conquistam de alguma maneira e você realmente vibra com as conquistas que a vida lhes dá, como sofre com as rasteiras que levam. No fim, você realmente quer que todos se dêem bem e sejam felizes. Mesmo sendo ficcional, de alguma maneira se mostra real e tão verdadeiro, que essa entrega de nós, leitores, deixa de ser um livro para ser algo que acontece na nossa família.

Mais uma vez tem aquilo que mais amo nos livros: uma verdadeira e grande amizade. Um não! Algumas bonitas e comoventes, e em vários âmbitos da vida, mostrando que sim, temos que acreditar que tudo isso acontece na vida real. Aliás, isso, a meu ver, já é uma marca da Carina desde sempre.

Quem me conhece sabe que AMO todos os livros da autora, sou fã incondicional, de forma instransponível e às vezes até chata de tão fã, e que apesar de amar todos e tê-los guardando como filhos, numa estante a parte, cheios de regalias, meu casal favorito sempre foi Sofian. Pois é, continuo amando Sofian e Ian, mas queria mandar um recado para 1800 e dizer que Luna e Dante tomaram o trono de vocês. Não que, com certeza, será um série que amarei inteira e guardarei por todo sempre, é claro que vou, mas Luna e Dante tem algo – que não sei explicar – que fez meu coração se derreter ainda mais. Esses dias lendo "No mundo da Luna" foram realmente únicos, especiais e inesquecíveis.

A minha esperança e torcida é para que tenha continuação. Tô numa ressaca literária, num vazio e numa saudade, que só tem mais do meu mais novo casal favorito para me animar. Amei! Amei! Amei! Recomendo muito, mas a minha vontade e obrigá-los a ler de tão bom! RS.

Carina, minha Jane Austen, minha autora nacional favoritíssima, minha inspiração, muito obrigada por mais essa história digna de corações cheios de muita felicidade e por me dar de presente esse mundo lindo da Luna. Você é mesmo um máximo! É mesmo PER-FEI-TA!!!

Por favor, geeeeeente, leiam Carina Rissi!!! Leiam "No Mundo da Luna"!!!

 

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Quinta-feira, 9 de Abril de 2015

Resenha do filme "A Teoria de Tudo"

Sinopse: Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.

Esse filme me chamou atenção desde que soube da situação que envolvia a trama. Depois que o ator Eddie Redmayne ganhou o Oscar, passou a ser uma necessidade. E valeu muito a pena. Sei que não devemos já começar a resenha "entregando o ouro", mas esse filme não tem como. É muito bom. Com uma história real bastante emocionante e que faz a gente criar coragem para o mundo, não os desgrudamos um minuto da tela para ver o que o futuro reserva para o brilhante, mas até então limitado protagonista.

Stephen é um garoto inteligentíssimo e com muito do seu brilhantismo para agregar ao mundo, mas uma doença degenerativa pode vir para atrapalhar seus planos, inclusive amorosos, já que se apaixonou por Jane perdidamente. O que não contava é com a força da amada em querer enfrentar o mundo com ele e por ele, até mesmo querendo ter um casamento de 2 anos, já que é a estimativa de vida de Stephen. E vivem esse amor, construindo uma família e uma linda história. Diria até uma verdadeira história de amor, bem humana mesmo, bem do tipo que só pode ter sido vivida por duas pessoas reais.

O astrofísico, no entanto, vive muito mais do que esses 2 anos e mesmo com muitas limitações, abrilhanta o mundo das descobertas com muita genialidade, carisma e profissionalismo. E é algo incrível e encorajador ver que ele só piora fisicamente, mas seu coração é tão cheio de esperança, que não deixa por um minuto de usar a sua mente e a sua inteligência a favor de coisas boas para ele e para o mundo.

Como nem tudo é "mar de rosas", o casamento passa por muitas transformações também e teve horas que tive vontade de esganar a Jane. Mas, ao decorrer do filme e principalmente no final é possível perceber que tudo que aconteceu foi de forma natural, tão natural que o próprio Stephen, com seu coração puro, entende e aceita.

Sai do cinema emocionadíssima e querendo ser só uma pessoa um pouquinho melhor. Eu não tenho nenhuma doença, nenhuma limitação, nada que me impeça de me doar mais para um mundo melhor, E é exatamente essa a maior lição do filme: a gente sempre pode tudo se realmente quisermos realizar. Filme muito mais que recomendado, é uma exigência para aqueles que amam verdades.

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Terça-feira, 7 de Abril de 2015

Resenha "A Terra é Inteira e o Céu Infinito"

Sinopse: O que acontece quando um diário perdida encontra o leitor certo? Numa remota ilha do Canadá, a escritora Ruth cata mariscos com o marido na praia quando se depara com um saco plástico coberto de cracas que envolve uma lancheira da Hello Kitty. Dentro, encontra um livro de Marcel Proust, Em Busca do Tempo Perdido, e se surpreende ao descobrir que o miolo, na verdade, é o diário de uma menina japonesa, Nao. A sacola misteriosa, segundo os rumores dos habitantes, é mais um dos destroços do último tsunami que devastou o Japão e foi levado pelas correntezas até a ilha. Desde então, Ruth é tragada pela história do diário de Nao, uma menina que, para escapar de uma realidade de sofrimento – de bullying dos colegas e de um pai desempregado e suicida –, resolve passar seus últimos dias lendo as cartas do bisavô, um falecido piloto camicase da Segunda Guerra Mundial, e contando sobre a vida da avó, uma monja budista de 104 anos. O que Ruth não esperava era que o diário iria levá-la a uma viagem onde ela e Nao podem finalmente se encontrar fora do tempo e do espaço.
 
A meu ver esse livro é daquele tipo que ou se ama ou odeia, pois é denso e nada estilo popular, tão comum da grande literatura no século XXI. Não posso dizer que odiei. Isso é mentira, mas também não está no "meu Top Five". Não sei se bem pela história em si, mas talvez pelo meu momento que está procurando e lendo algumas coisas mais "light".
 
O livro "A Terra Inteira e o Céu Infinito" conta de forma intercalada a história de duas pessoas que nada se parecem. Ruth é uma mulher mais velha e escritora. Um dia, ela descobre o diário de Nao, uma garota de quinze anos que mora em Tóquio e tem uma vida bem difícil. A vida dela, inclusive, apesar de ruim, existe esperança, o que faz a gente torcer pela personagem. Já a Ruth tem horas que é cansativa, apesar de ficar claro os motivos de sua impotência ao ler sobre os problemas daquela garota e nada poder fazer. 
 
Nao, que é a melhor parte do livro, tem um pai suicida, por isso mesmo, nunca sabe como vai encontrar seu pai. Depois de morarem um tempo nos Estados Unidos, seu pai perdeu o emprego e tiveram que retornar para o Japão. Não é considerada pelos colegas de escola nem japonesa e nem americana, sofrendo Bullying. 
Um dia Nao recebe a visita da sua bisavó, uma budista de 104 anos, e decide passar as férias de verão no templo junto dessa avó. Nesse tempo fora de casa, descobre a história do seu tio, que sofreu várias violências e se identifica com ele. Fica sabendo também que ele morreu na guerra, quando tinha 16 anos, a mesma idade em que a personagem está.Nao, depois disso, passa a ter contanto com cartas em francês de despedida do seu tio,  já que ele é um soldado suicida. ]
 
Ruth tem a missão de decifrar o diário e as cartas, o que torna a história mais emocionante, e passa a investigar se realmente os personagens são verídicos. Muitas questões são levantadas: como aquela lancheira foi parar no Canadá? Por que logo a Ruth a encontrou? Como as duas podem ter sido ligadas no que parece um acaso?
 
É um livro que nos faz pensar em questões éticas e em momentos que passamos nas nossas vidas sem perceber ou sem dar a devida importância, conseguindo, na maioria das vezes, nos prender o com explicações inteligentes e detalhamento de certos costumes japoneses.
Definitivamente não é um livro que irá agradar a todos. Mas, é o tipo de livro que pode fazer uma pessoa se apaixonar por ele ou construir nos seu íntimo várias reflexões. 
 
"Mas com o tempo que se leva para dizer agora, agora já está terminado. Já é antes. [...] Antes é o oposto de agora. Portanto, dizer agora destrói seu sentido, tornando-o exatamente o que não é. É como se a palavra estivesse cometendo suicídio ou algo desse gênero".
página 107

 

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Sábado, 4 de Abril de 2015

Resenha do livro "Toda Sua" - Sylvia Day

Sinopse: Ele era inteligente, bem-sucedido, rico e muito lindo. Fiquei obcecada por ele como nunca tinha ficado por ninguém, por nada. Ansiava por seu toque como uma droga, mesmo sabendo que aquilo acabaria me destruindo. Eu tinha meus problemas, e ele fez com que viessem à tona muito facilmente.

Gideon sabia. Ele também tinha seus problemas. E nós acabaríamos sendo o espelho que refletia os traumas - e os desejos - mais secretos do outro.

Seu amor me transformou, e eu rezava para que nosso passado não nos separasse...

 

toda-sua.jpg

 

 

Toda Sua, título dado ao primeiro livra da Série Crossfire, da autora Sylvia Day, é algo novo e muito bem escrito dentro da literatura hot (para alguns literatura erótica). Para fãs de Cinquenta Tons de Cinza, com certeza passou a ser leitura obrigatória e conquistou muitos fãs.

De início seria uma Trilogia, mas fez tanto sucesso, que acabou virando uma série, que só teve lançamento dos quatro primeiro, sendo o quinto e último, previsto para este ano.

Vou ser sincera: eu estava com uma ressaca literária muito grande por conta da Trilogia Cinquenta Tons (sim, apesar da história está longe de ser a melhor do mundo, eu adoro) e entrei na livraria a procura de um livro me conquistasse. Encontrei os dois primeiros a Série Crossfire "Toda Sua" e "Profundamente Sua" (este título falarei na próxima semana) e não pensei duas vezes antes de comprar. No mesmo dia Eva e Gideon passou a fazer parte da minha vida através do primeiro título da Série.

De início, quem leu a trilogia da autora EL James pode achar que Sylvia Day deu uma copiada, mas é só uma impressão mesmo. Day nos dá um casal muito mais complicado e intenso e uma escrita muito mais bem desenvolvida. O livro não é repetitivo, apesar de bem picante, e seus personagens são bombas prestes a explodir, o que faz o leitor ficar atento a história o tempo todo. É uma leitura rápida e envolvente.

Gideon é um cara que enfrenta muito mal os problemas do passado. Muito rico e super bem sucedido, é um típico mandão, que gosta das coisas ao seu jeito. Mas por baixo dessa tampa, há ainda um menino assustado com tudo que teve que enfrentar. E não foi muito. Por sua vez, Eva não é uma mocinha idiota e pura. Pelo ao contrário. Ela é forte, decidida, dona de si mesma, lutando por essa independência o tempo todo com sua mãe, que quer seguir em frente depois de marcar profundas que o passado deixou nela.

Já deu para ver que histórias cruzadas, torcidas e muita emoção não faltam nesse livro, né? E não faltam mesmo. Muito dinâmico e com um casal que é pura adrenalina, vale a pena dar um chance a esse romance completamente picante, mas cheia de aventuras.

publicado por criando às 23:48
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2015

Resenha do Filme "Cinderella".

Fui ver sexta-feira o filme "Cinderella", um dos mais esperados por mim para o ano de 2015, Falou-se tanto desse filme e, até onde acompanhei, da nova roupagem que esse conto de fadas teria, que fui cheia de expectativas, e foi meu erro. Não se deve criar expectativas demais nunca.

Não quero ser um carrasco para o filme ou a estraga prazeres das muitas pessoas que querem ver o filme. Ele por si só é sim muito bom. História cativante, bonita, que faz a gente torcer pela mocinha, efeitos especiais lindos, humor, lições de vida, tudo que um verdadeiro conto de fadas tem que ter e espera-se que tenha. Não chega ao ponto em que eu ache que não devam sair de suas casas para ir ao cinema. Não é isso. Não vai ser perda de tempo e nem de dinheiro. Ter um pouco de magia não faz mal para ninguém.
 
O que achei, de verdade, foi que não pareceu uma releitura no sentido de "ter uma nova roupagem". Imaginei que a história seria mais ousada, que teria mais diferenças do conto original e desenho da Disney, que talvez a Cinderella fosse um pouco mais humana. E isso não senti (de verdade mesmo) no filme, Foi gostoso de ver, mas não ocorreram mudanças que marcassem a história desse novo longa.
 
A dica é não esperar nada que se difere tanto do que vocês já sabem sobre a história, Curtam o conto de fadas como se fosse uma saudade da infância, do faz de conta e com a beleza de rever uma grande histórias como uma nova oportunidade.
 

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publicado por criando às 23:43
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